Music Madness
... the only religion I allow myself to have...
segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
Love Replaces Fear... (where did I heard of that)
segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
terça-feira, 29 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
Há coisas que nunca mudam...
segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Everything's gonna be alright
Life can be such a bitch, sometimes. But other times she can be so damn perfect... go figer... but this time, I have a feeling... the feeling that everything's gonna be alright.
Sometimes one feels so week looking at live's enormous tsunamis she insists on throwing upon us... but also sometimes she has the amazing ability to turn monstruous waves into nothing, in just a mather of seconds... leaving us wondering if anything really ever took place... making our problems vanish has if they never existed... and those are the times we can be sure that life loves being generous... she just loves messing around with us... the bitch. Fuk you, life.
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Today I feel just like this...
[Bono] Dancing where the stars go blue
[Andrea] Dancing where the evening fell
[Bono] Dancing in your wooden shoes
[Andrea] In a wedding gown
[Bono] Dancing out on 7th street
Dancing through the underground
[Andrea] Dancing little marionette
[Both] Are you happy now?
Where do you go when you’re lonely?
Where do you go when you’re blue?
Where do you go when you’re lonely ? I’ll follow you...
[Bono] When the stars go blue (bluuuuue)
When the stars go blue (bluuuuue)
[Andrea] When the stars go blue (bluuuuue)
[Bono] When the stars go blue
Laughing with your pretty mouth
[Andrea] Laughing with your broken eyes
[Bono] Laughing with your lover’s tongue
[Both] In a lullaby
Where do you go when you’re lonely?
Where do you go when you’re blue?
Where do you go when you’re lonely ? I’ll follow you...
[Bono] When the stars go blue (bluuuuue)
When the stars go blue (bluuuuue)
[Andrea] When the stars go blue (bluuuuue)
[Bono] When the stars go blue
[Andrea] When the stars go blue (bluuuuue)
(bluuuuue) when the stars go (bluuuuue)
[Bono] When the stars go blue
[Both] Where do you go [Bono] when you’re lonely?
[Andrea] Where do you go when you’re blue yeah?
Where do you go when you’re lonely ? I’ll follow you...
Written by: Ryan Adams
from the Corrs album "The Corrs Live In Dublin"
Beautiful stars dressed in blue...
Feelin' not lonely and not blue... cryin', maybe, but only from happiness... eventhough I don't understand exactly de meaning of that happiness... I feel like dancin'...
Yes, I'm happy now...
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Mais uma magnífica sugestão da minha querida e maravilhosa Su: Fever Ray





Keep The Streets Empty For Me
Memory comes when memory's old
I am never the first to know
Following this stream up north
Where do people like us float?
There is room in my lap
For bruises, asses, handclaps
I will never disappear
For forever, i'll be here
Whispering
Morning keep the streets empty for me
Morning keep the streets empty for me
I laying down, eating snow
My fur is hot, my tongue is cold
On a bed of spider web
I think about to change myself
A lot of hope in one man tent
There's no room for innocence
[ Fever Ray Lyrics are found on www.songlyrics.com ]
So take me home before the storm
Velvet mites will keep us warm
Whispering
Morning keep the streets empty for me
Morning keep the streets empty for me
Whispering
Morning keep the streets empty for me
Morning keep the streets empty for me
Uncover our heads and reveal our souls
We were hungry before we were born
Uncover our heads and reveal our souls
We were hungry before we were born
Uncover our heads and reveal our souls
We were hungry before we were born
Uncover our heads and reveal our souls
We were hungry before we were born
"Fever Ray Lyrics – When I Grow Up Song Words
Song Words by Artist / Band : Fever Ray
Lyrics Title : When I Grow Up
Available on Album : Fever Ray
Released : -
Music Genre : Indie
(Song Data Information from : Wikipedia)
When I grow up, I want to be a forester
Run through the moss on high heels
That’s what I’ll do, throwing out boomerang
Waiting for it to come back to me
Fever Ray Lyrics on http://www.lyrics-celebrities.anekatips.com/
When I grow up, I want to live near the sea
Crab claws and bottles of rum
That’s what i’ll have staring at the seashell
Waiting for it to embrace me
I put my soul in what I do
Last night I drew a funny man
with dark eyes and a hanging tongue
It goes way bad, I never liked a sad look
From someone who wants to be loved by you
I’m very good with plants
When my friends are away
they let me keep the soil moist
On the seventh day I rest
for a minute or two
then back on my feet and cry for you oooh oh
You’ve got cucumbers on your eyes
Too much time spent on nothing
waiting for a moment to arise
The face in the ceiling and arms too long
I wait for him to catch me
music
Waiting for you to embrace me
Note:
Fever Ray is the solo side project of Karin Dreijer Andersson, lead vocalist of electronic music duo The Knife" Daqui.
Estou deveras encantada... speachless... acabei de constatar que poucas coisas me seduzem tanto em termos artísticos como uma mistura bem feita... faz-me lembrar os Blasted Mechanism, mas mais dark... brutal, simplesmente brutal!!
If I Had A Heart
this will never end
cause i want more
more, give me more, give me more
this will never end
cause i want more
more, give me more, give me more
if i had a heart i could love you
if i had a voice i would sing
after the night when i wake up
i'll see what tomorrow brings
if i had a voice i would sing
dangling feet from window frame
will i ever ever reach the floor?
more, give me more, give me more
crushed and filled with all i found underneath and inside
just to come around
more, give me more, give me more
if i had a voice i would sing
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Ok...

U2 marcam segundo concerto
publicado 11:01 20 Outubro '09
Lisboa, 20 Out (Lusa) - A banda irlandesa U2 marcou um segundo concerto para 03 de Outubro de 2010 no Estádio Cidade de Coimbra e os bilhetes serão colocados à venda no próximo sábado, revelou hoje a promotora Ritmos & Blues.
Dada a procura de bilhetes para o primeiro concerto, agendado para 02 de Outubro de 2010, a promotora e a banda agendaram uma segunda data para Coimbra.
Esta será a primeira vez que a banda irlandesa vai dar dois concertos seguidos em Portugal.
domingo, 18 de Outubro de 2009
Concerto dos U2 esgota em sete horas
Um total de 42 mil bilhetes para o concerto que marca a Tour 2010 da banda irlandesa U2, previsto para Coimbra, esgotaram em sete horas. Contudo, a promotora do espectáculo em Portugal, a Ritmos & Blues, vai tentar agendar um segundo concerto em Portugal.
Só no site www.blueticket.pt, que disponibilizava 16 000 bilhetes, registaram-se mais de 100 mil visitas em quatro horas.
Esta será a primeira vez que a banda de Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr actuará em Coimbra, depois de passagens por Vilar de Mouros e Lisboa. O concerto que o grupo preparou para esta digressão tem a particularidade de aproximar os fãs do palco, uma vez que a estrutura do espectáculo, em forma de aranha, colocará o palco como uma ilha rodeada de público por todos os lados.
Entre os bilhetes colocados à venda existiam 400 para a denominada Red Zone, dentro do palco, que custavam 260 euros.
domingo, 16 de Agosto de 2009
Metallica - Death Magnetic

"Na verdade, o que eu acho fascinante neles, é a sensibilidade que revelam por de trás de um aspecto que poderia parecer duro e até agressivo... eles fundiram-se com a minha alma no momento em que eu percebi a doçura e a sensibilidade de muitas das linhas melódicas e das próprias letras... as mensagens de dor e de revolta... tudo isso se intensifica pelo contraste que uma forma zangada de cantar e de tocar proporciona... para mim, são um desafio aos nossos preconceitos, às nossas ideias pré-concebidas acerca de tudo (...)."



(Acerca de Death Magnetic)
Steve Wiig (assistente de Lars Ulrich) : "Há coisas rápidas, coisas pesadas e coisas lentas. Há material que soa próximo do estilo "Fade To Black", "Welcome Home (Sanitarium)", e "One" - os riffs sem distorção e as melodias são excelentes. Na sua grande maioria os versos acabam em refrões pesados e os finais dos temas funcionam como verdadeiras explosões. É óptimo ouvi-los fazer esse tipo de coisas outra vez."
"Ao contrário do que aconteceu em St. Anger - para o qual os Metallica usaram a afinação de guitarras mais grave da sua carreira - o grupo parece ter regressado à sonoridade que usou nos seus primeiros trabalhos e tudo indica que o novo disco poderá funcionar como uma piscadela de olho ao passado.
Em entrevista (...) Lars Ulrich (...) confirmou que Rick Rubin lhes sugeriu efectivamente que usassem as suas primeiras gravações como inspiração para o novo material."
Lars Ulrich: "Há muita luz e sombra nestas canções. Há canções rápidas e complexas, há momentos mais lentos e alguns interlúdios. É bastante diferente de St.Anger, e também é muito diferente do que fizémos por alturas de Load. Não vai ser um murro na cara como St.Anger foi e, provavelmente, estará mais próximo do que fizémos durante aquela época que começa com um 8".
Death Magnetic, por seu lado, não é espontâneo, tenta responder às exigências do público, mas é um álbum que, quanto a mim, demonstra maturidade e que é uma recriação das músicas dos anos 80 (felizmente, não se tentaram colar, não tiveram essa falta de sensatez), à luz de toda uma sabedoria que sempre se ganha com a experiência. Acho que se sente um certo equilíbrio e muita força para voltar... com a garra que a idade, a sabedoria, o dinheiro e o "status" podem tornar menos necessária, mas, quando é verdadeira, nunca desaparece...
domingo, 25 de Janeiro de 2009
História

O primeiro trabalho da banda foi um EP de 1983, Sixteen Days/Gathering Dust, em que participaram Elizabeth Fraser, dos Cocteau Twins, e Gordon Sharp, dos Cindytalk. O EP continha uma versão do tema Song to the Siren, de Tim Buckley.

O primeiro álbum, It'll End in Tears, é lançado no ano seguinte, com as participações, para além de Lisa Gerrard e Gordon Sharp, de Robin Guthrie e Simon Raymonde dos Cocteau Twins, Steven e Martyn Young dos Colourbox, Brendan Perry dos Dead Can Dance, Mark Cox dos Wolfgang Press, Robbie Grey dos Modern English e Howard Devoto dos Buzzcocks e Magazine.

O álbum seguinte, um duplo álbum, Filigree & Shadow, de 1986, é um trabalho parcialmente instrumental, que inclui versões de temas de Van Morrison, Talking Heads, Tim Buckley, entre outros, para além de originais. De entre os músicos participantes, destaque-se Simon Raymonde, dos Cocteau Twins, Martin McCarick (violino e produção), e Dominic Appleton, dos Breathless, Deirdre e Louise Rutkowski, e Alison Limerick, nas vozes.

O álbum final, Blood, é um trabalho idêntico ao anterior, em que parte dos temas são instrumentais, mas diferencia-se dos anteriores, sendo menos melancólico e conceitual. Para as vozes foram convidados Caroline Crawley, dos Shelleyan Orphan, Kim Deal e Tanya Donelly, dos Breeders, e Heidi Berry. Neste último trabalho, para além de temas originais, são incluídas versões de Chris Bell, Rain Parade, Spirit, Syd Barrett e Rodney Crowell.

A par dos Dead Can Dance e dos Cocteau Twins, os This Mortal Coil marcaram um género musical, caracterizado por um som Ethereal Wave, para além de terem sido essenciais no sucesso da editora 4AD.

Origem Londres
País Inglaterra - Reino Unido
Período 1983 - 1991
Gênero(s) Dream pop, Rock alternativo, Indie rock,
Gravadora(s) 4AD, 4AD/Ada, 4AD/Warner Bros.
Fonte: Wikipédia
This Mortal Coil - breve biografia



Fonte: Last.fm
This Mortal Coil - a minha nova descoberta
Fica aqui o seu ex-libris: Song To The Siren... posso estar enganada, mas as letras não me parecem ser muito importantes para este grupo, que aposta muito mais em sons misteriosos e que, pelo menos a mim, encaminham no sentido da introspecção... claro que qualquer música que me faça isso está automaticamente aprovada... :-))
On the floating, shapel ess oceans
I did all my best to smile
til your singing eyes and fingers
drew me loving into your eyes.
And you sang "Sail to me, sail to me;
Let me enfold you."
Here I am, here I am waiting to hold you.
Did I dream you dreamed abou t me?
Were you here when I was full sail?
Now my foolish boat is leaning, broken love lost on your rocks.
For you sang, "Touch me not, touch me not, come back tomorrow."
Oh my heart, oh my heart shies from the sorrow.
I'm as puzzled as a newborn child.
I'm as riddled as the tide.
Should I stand amid the breakers?
Or shall I lie with death my bride?
Entrevista com James Hetfield - final

Há regras rígidas para escrever uma canção dos Metallica?
É difícil lidar com a ideia de que escreve riffs geniais, não é?
"Recuso-me acreditar que vêm da minha cabeça. Não sei como surgem, mas sei que não adianta passar dias a tentar magicar um riff genial - dessa forma ele nunca surgirá."
Nunca sentiu necessidade de fazer algo radicalmente diferente?
"Sinto constantemente impulsos para fazer outras coisas, sobretudo quando temos tempo livre. Nesses momentos continuo sempre a tocar guitarra, mas sinto falta de algo mais - quero continuar a escrever, a criar. E, como adoro outros tipos de música, é relativamente fácil experimentar com ideias que me entusiasmem. É algo que não posso dizer que não acontecerá no futuro, mas neste momento os Metallica estão novamente a funcionar em pleno e completam-me. Depois tenho também a minha família que estará sempre em primeiro lugar - e toda a gente sabe isso. Todos, na banda, temos as nossas próprias prioridades e os Metallica estão num segundo lugar muito próximo do primeiro, mas a família está primeiro.
sábado, 24 de Janeiro de 2009
Entrevista com James Hetfield - quase final

(...)
Todos os temas que nos foram dados a ouvir, em Nova Iorque (...) incluem riffs e arranjos que remetem para a complexidade de ... And Justice For All, com solos de guitarra a rodos, sem comprometer a sensibilidade pop que fez com que os Metallica passassem de fenómeno underground a caso inegável de popularidade à escala mundial.
Ao longo destes anos foram obrigados a fazer cedências?
"(...) As palavras que mais temo desde sempre são "compromisso" e "manipulação". Quando suspeito que alguém me está a tentar manipular, fico obcecado. Não consigo ficar sentado, a analisar as coisas friamente. Tenho uma tendência bastante forte para olhar para o lado negativo das coisas, mas acho que esse é um problema meu e sempre fui assim."
Mas tiveram de dar o braço a torcer umas quantas vezes...
"(risos) Acho que nos comprometemos a cada dia que vivemos, para ser muito honesto. Eu e o Lars, sobretudo, passamos a vida a ter de dar o braço a torcer um ao outro. Somos pessoas muito parecidas, mas muito diferentes também. Eu gosto de sentir as coisas, e de as deixar acontecer naturalmente. O Lars prefere racionalizar tudo até ao mais ínfimo pormenor. Tenta planear o futuro e criar um plano, é um estratega. E é um tipo muito mais meticuloso do que eu a todos os níveis, até mesmo em relação ao passado."
O Lars é um maníaco do controlo?
"Quer coleccionar tudo o que alguma vez foi dito sobre nós, enquanto que eu só quero deixar tudo onde está e aproveitar um dia de cada vez. Essas diferenças acabam por gerar conflitos, como é óbvio. Uns mais graves que outros, mas nunca deixam de ser conflitos. Agora parece que conseguimos - finalmente! - encontrar as ferramentas necessárias para resolver as nossas diferenças e tornou-se tudo um pouco mais fácil. Percebemos que nenhum de nós faz seja o que for apenas para contrariar o outro, e tentámos abraçar os nossos choques da forma mais produtiva possível."
É como num casamento...
"Somos como um casal, que está junto há quase 30 anos. Conhecemo-nos muito bem e acho que nunca nos sentimos tão confortáveis um com o outro como agora. Eu teno planear, pelo menos, o dia seguinte (risos). O Lars, por seu lado, tenta não estar sempre tão focado no seu plano geral. Os nossos choques estão lá desde o início e fazem parte da identidade dos Metallica, a única coisa que faltava era aprendermos a lidar com eles de forma mais adulta."
A imagem que passa é a de que este conflito constante acaba por influenciar tudo o que fazem...
"Definitivamente. É algo que tem de acontecer para continuarmos a ser os Metallica. Eu e o Lars estamos constantemente a lutar por um lugar ao volante, enquanto os outros dois vão no banco de trás a atirar brinquedos um ao outro... (risos) O Kirk e o Rob são as crianças, mas estão satisfeitos por poderem fazer a viagem connosco e por chegarem ao destino sãos e salvos. Acho que essa é a beleza das personalidades que compõem esta banda. "
Agora que aprenderam finalmente a amenizar as vossas diferenças, acha que isso também se vai reflectir no que fizerem no futuro?
"É impossível evitá-las totalmente, porque nenhumde nós consegue ficar calado durante muito tempo. Se eu tiver alguma coisa para lhe dizer, vou dizer-lho na primeira oportunidade. Não a vou recalcar apenas para evitar um confronto, porque a minha personalidade não é assim. Sei que o Lars fará exactamente a mesma coisa, tenho a certeza de que fará questão de me comunicar a sua visão mesmo que não estejamos de acordo. A diferença é que aprendemos que não há necessidade de dizer tudo aos gritos, só isso. Para mim sempre foi mais fácil pedir perdão do que permissão, e acho que o Lars sente o mesmo."
Comentário (meu): é imposível, para mim, leoa, não perceber esta dinâmica... sou uma estratega eu também, sim, pelo menos quando assim me apetece, mas mal me aproximo de um capricórnio (signo de Lars Ulrich) transformo-me automaticamente numa cabeça no ar incapaz de planear seja o que for, incapaz de controlar seja o que for... o meu pai é capricórnio e, de facto, a relação é muito difícil, muitas vezes pecisamente por causa dos pontos de contacto que se transformam em pontos de choque... é uma relação de constante disputa... e de facto não é mesmo nada fácil, por mais que se lute, por mais que se tente... comigo e com o meu pai tem sido sempre assim... acho que ambos já fizémos esforços de parte a parte, mas chega sempre o momento em que o conflito acaba por voltar a vir à tona... pode levar menos tempo, pode levar mais... mas acabamos sempre a confrontar-nos... é uma relação em que tem de se estar permanentemente atento e com cuidado, em que tem de haver uma atenção constante para evitar conflitos..." Se eu tiver alguma coisa para lhe dizer, vou dizer-lho na primeira oportunidade" - sei tão bem o que é isto!!! Mas tive de aprender a refreá-lo... quando era mais novita, simplesmente não era capaz, mas hoje já vou sendo, vou deixando algumas coisas passar, pelo menos até arrefecerem ao ponto de eu conseguir dizer as coisas de forma construtiva... felizmente, de facto, com o tempo, a maturidade e a vontade de que tudo corra melhor, vai-se conseguindo progredir... (é a sorte... :-S)"Para mim sempre foi mais fácil pedir perdão do que permissão, e acho que o Lars sente o mesmo." - orgulhosos até dizer chega!! Vá lá que ainda pedem perdão... há quem não peça nem permissão nem perdão!! :-D
Entrevista com James Hetfield - continuação (brutal)

Esta banda tem personalidade múltipla
(...)
"Acho que há, sem dúvida, dois James Hetfield muito diferentes - dois, pelo menos. Aquela pessoa que vêem no palco é muito diferente da pessoa que sou em casa, por exemplo. Durante um concerto sinto-me completamente possuído pelos rifts, pela força da música que estamos a tocar e pela reacção que suscita no público... Tocar ao vivo, para mim, é a melhor droga do mundo. Cresci como um puto sossegado e muito tímido, por isso é o meu alter-ego."
Quanto tempo precisa para substituir um James pelo outro?
"Talvez duas ou três semanas depois de começarmos uma nova digressão, geralmente é aí que começo a sentir-me ainda mais confortável como "frontman". Os primeiros concertos são quase sempre passados à procura do equilíbrio entre o entusiasmo de estar de regresso à estrada e a consciência de que também é preciso que tudo esteja perfeito em termos técnicos. É um período em que tenho tendência para pensar demasiado em todos os pormenores, mas a partir do momento em que começo a tocar e a cantar, sem ter sequer de pensar no que vem a seguir, é sinal de que a máquina está oleada e ninguém nos pode parar. "
(...)
"E inicialmente eu nem sequer queria ser o vocalista. Sempre sonhei ser músico, tocar guitarra e estar num palco, mas os meus planos não passavam por estar à frente. Não sei bem explicar por que é que me sentia assim, mas provavelmente tinha medo de falhar e de enfrentar o desconhecido. Acabei por me adaptar à situação e não foi tão complicado como imaginava. Mas também não o fiz sozinho, tive ajudas enormes. É lógico que o resto da banda sempre constituiu um apoio grande, mas é o público que faz toda a diferença. "
A reacção do público ainda o surpreende?
"Ao longo dos anos sempre tentei dar-lhe a devida importância, e não a tomar como garantida. A cada momento que estou em palco tiro uns segundos para olhar em volta e perceber o que se está a passar. Olhar as pessoas nos olhos e perceber de que forma a nossa música as está a afectar é algo muito, muito importante. É isso que me permite manter os pés bem assentes na terra. Não me limito a tocar ou a encarnar uma personagem. O que tento fazer durante os nossos concertos é interiorizar toda aquela energia que vem da plateia e canalizá-la de volta... em duplicado, se possível."
Ainda se sente nervoso antes de uma actuação?
"Sinto, claro. Até perceber se as pessoas estão a reagir bem, pelo menos. Todos ficamos nervosos em determinadas situações, e eu não sou uma excepção a essa regra."
É mais fácil ser honesto?
"É cada vez mais fácil ser honesto, a verdade é essa. Ser honesto para com o mundo em geral - não me sentir forçado a ter de esconder nada de ninguém - acaba por ser uma verdadeira bênção. As coisas mudaram bastante a partir do momento em que deixei de sentir necessidade de me esconder atrás da imagem que as pessoas criaram para mim e para a banda; esse momento representou um enrome alívio. E, para ser muito sincero, acho que a mística que nos rodeia não se perdeu por causa disso. É assustador darmos a conhecer as nossas faquezas, mas acho que o facto de podermos fazer isso também acaba por revelar muita força. Pedir ajuda, na maior parte dos casos, requer mesmo muita força. É lógico que continua a haver sempre quem queira levar as coisas ao extremo e, mesmo que inadvertidamente, fazer tudo para me ver vacilar. Se por acaso sentir a mínima inclinação para beber uma cerveja, sei que vai haver sempre alguém disposto a impedir-me de o fazer - é óptimo sentir essa segurança. Trabalho no trapézio, tenho uma rede de segurança por baixo."
Quer dizer que, hoje em dia, nem sequer toca numa cerveja que seja...
"Não... limito-me à heroína! (pausa) Não, a sério (risos) Nem sequer teve piada. Actualmente a minha droga de eleição é estar em palco, a tocar para milhares de pessoas. Pouca gente sabe o que é estar prestes a entrar em palco, arrepiado da cabeça aos pés (...). Entrar em palco é como ter chegado ao topo do Monte Evereste e ter o mundo aos meus pés. É uma sensação fantástica como nenhuma outra. "
Entrevista com James Hethfield
"Claro que sim", responde o músico à pergunta"continuam a divertir-se na estrada e a tocar ao vivo?". "Ainda mais quando se trata destas pequenas "fugas" durante o Verão", continua enquanto bebe lentamente a sua chávena de chá acabado de fazer. "O factor diversão acaba por ser o que nos faz interromper o processo de concepção de um disco e vir para a estrada, sem termos um lançamento novo nos escaparates. Estes concertos são bastante importantes porque estamos a tocar para muita gente, mas acabam por não ter o mesmo peso de uma digressão extensa e o seu principal objectivo acaba por ser essencialmente permitir-nos recarregar baterias. Depois de termos passado tantos meses fechados no estúdio, sentimos necessidade de mudar de ares de ver pessoas. Acho, inclusivamente, que que isso nos vai dar uma energia incrível para retomarmos a tarefa que temos em mãos."
(...)
"Acho que o disco vai soar (Death Magnetic), simultaneamente ao passado e ao futuro dos Metallica - para mim é como se fosse um renascimento. (...) Todos sentimos que estamos a entrar numa nova fase da nossa carreira e, pensando bem, acho que nos sentimos assim desde que acabámos de gravar o St.Anger. Esse álbum representa um dos momento mais problemáticos da nossa carreira, mas serviu o seu propósito. O objectivo era fazer uma limpeza profunda ao nosso sistema interno e foi precisamente isso que fizémos. Olhando para trás consigo perceber que talvez tenha sido uma descarga de energia demasiado unidimensional para o que se espera de uma banda como nós."
(...)
Em St.Anger, o disco que lançaram em 2003, os Metallica soavam como uma banda à beira da ruptura, sem qualquer rumo definido. Ainda a recuperar do despedimento do baixista Jason Newsted e com Hetfield a lidar com os seus demónios internos - que o levaram a uma clínica de reabilitação e uma fase de incerteza em relação à continuidade do projecto - atravessaram uma das fass mais conturbadas do seu percurso e usaram as sessões de gravação como terapia. O resultado final revelou-se tão inconsistente como seria de prever de um disco gravado numa situação tão volátil, com os choques de personalidade entre o vocalista/guitarrista e o baterista Lars Ulrich a atingirem níveis nunca antes imaginados. Por seu lado, Death Magnetic é apresentado como o som do renascimento dos Metallica.
Comentários (meus): de facto a música dos Metallica não é unidimensional. É, pelo menos, bidimoensional, se não muito mais que isso... conjuga como ninguém o aparente barulho desordenado com a melodia... A St.Anger falta, de facto, a segunda dimensão... a melodia... estando o barulho em evidência de forma quase gratuita... desarticulado das melodias um pouco desajeitadas que eles ali propunham... eu concordo com James Hetfield, há coisas que sabemos que não são propriamente o máximo que podemos fazer, mas nos momentos de transição, temos realmente de deitá-las cá para fora, ver como funcionam e então fazer a metanorfose com base nisso. Eu mesmo assim gosto de St.Anger... :-P :-D
sábado, 4 de Outubro de 2008
segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
No Comments :-)))
O vocalista dos Metallica, James Hetfield, foi detido nesta quinta-feira, 05, e libertado logo em seguida por autoridades no aeroporto de Luton, na Inglaterra. Segundo o jornal britânico The Times, seguranças do aeroporto detiveram o músico devido a ‘sua barba estilo Taliban’.
Hetfield foi interrogado e libertado em seguida após explicar que ele era vocalista de uma banda de Rock e estava entrando na Inglaterra para se apresentar no festival Live Earth.
in: http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/
quarta-feira, 13 de Agosto de 2008



Em 2006, tocaram no Festival Coachella, na Califórnia e no Festival Benicássim, perto de Barcelona, entre outros festivais, além de terem feito duas tournées com os Placebo.Em Sydney, na Austrália, Os White Rose Movement abriram o espectáculo que os Nine Inch Nails ali realizaram em Setembro de 2007. Em Abril de 2008, a banda anunciou que "Taxxi" iria deixá-los, sendo substituída por Poppy Corby-Tuech.
Neste momento, a banda encontra-se a realizar o seu segundo álbum, ainda sem título.
Bem... depois disto tudo, falta a minha colherada!!Eu gosto muuito disto, ainda é pouco para se perceber exactamente o que é, mas acho que já deu para perceber. Adoro o som, é que gosto mesmo, é uma espécie de reinvenção fiel de um certo estilo musical que muitas bandas tocavam nos anos 80, dando ênfase ao seu aspecto mais romântico... atenção, isto no que diz respeito à música, porque as letras acho-as meio... HOLLOW!! Mas pronto, não sou daquelas pessoas para quem a letra é fundamental; a essência de uma música está nela mesma, na música, e é ainda melhor quando é acompanhada de boas letras, mas não sendo também não se morre por isso... e falando em boa música acompanhada por boas letras eheheheh... I'll be right back!! :-))
White Rose Movement - Speed
Downward we fall
Immersed and well closed
Better days are ahead
He says it's alright
It's alright
A little spy
asking for it
The way he's quiet
The gun is too
The way he's quiet
He is surrounded
He says it's alright
Risking It all
Oh bastard who failed
Her son and the mood
I've got to try not to fight
A sucker review
And now turning she said
Awake from the Lights cos
I'm breaking new ground on Saturday night
I've been excluded (I try to set it up)
I've been excluded (I try to set it up)
Oh turn a right
I fail to disguise
Like i feel for you
I'm just the same as you
We're sucking on the high street cinemas
Met the same answers
If she says it's alright
It's alright
A little star asks her for it
He way he's quiet
The son is too
The way he's quiet
He's surrounded
He says it's alright
Risking it all
Oh bastard who failed
her son and the truce
Psycho try not to fake
my answers for you
And now that she said
Return our delights
At the speed of sound
She said here we fight
I've been excluded (I try to set it up)
I've been excluded (I try to set it up)
I've been excluded (I try to set it up)
I feel our moment (I try to set it up)
And solemn eyes
I fail to disguise
Like i feel for you
The way he's quiet
Gang of five do great speed together
The way he's quiet
Go Faster
The way he's quiet
It's alright
It's alright
It's alright
It's alright
It's alright (I try to set it up)
I've been excluded (I try to set it up)
I've been excluded (I try to set it up)
I've been excluded (I try to set it up)
I feel our moment (I try to set it up)
And solemn eyes
I felt her disguise
Like i feel for you
terça-feira, 12 de Agosto de 2008
O grupo White Rose Movement foi criado a partir das cinzas de uma banda anterior, chamada Arturo, não muito bem sucedida. Vine, Milton Dyke e Harper eram amigos de infância que cresceram juntos numa comunidade hippie num pequeno vilarejo em Norfolk. Erica MarArthur (conhecida por "Taxxi") juntou-se à banda quando Owen Dyke foi pelo "lixo" dos clubes londrinos perguntar a cada rapariga se ela tocava teclas. A banda actuou, em certa altura, num clube em Londres chamado "The Dazzle!", situado num local que chegou a ser utilizado como discoteca pela "national front" (organização nacionalista fundada em 1967, em oposição ao multi-racialismo e à imigração).
O primeiro álbum dos White Rose Movement, foi "Kick", lançado a 17 de Abril de 2006, depois de um longo período em que surpreenderam os media e foram aclamados pela crítica da imprensa musical indie Britânica. A banda andou em digressão em Janeiro e Fevereiro de 2006.
Home fires, nothing left to do,
Not the same old point of view
...say you do
Little bitches, learn my tricks,
All defences i stick up your face
And love is a number
I died on the carpet, now that is a scene!
Volleys of angels, i spread them with wings
Overtouched... love is a number
One of the lies, one of the looks, one of the times...
I've just left the house
I'm through making out
With my dreams
Well i feel left out
I'm through making out:
Love is a number.
Midnight, walks alone
The secret is up, your face is down,
And love is a number
(gika-gika!) and to the men who chose lies:
What is science, when history's in doubt?
Some say
Some say sex sells
Some say
Some say sex sells (etc)
I've just left the room, i no more can consume
This kiss (...this kiss)
Those kisses we made
The messes... we meant it?
Home fires, nothing left to do
Never wasting words with you
Say you do
Shallow secrets cross my head
All the symbols i stick in your head
That love is a number
And you're wailing, you're wailing, you're wailing, it's true
I fucking love myself
I better love you
Some say / some say sex sells (i better love you)
Some say / some say sex sells (i think about you you)
Some say / some say sex sells (i always speak the truth)
Some say / some say sex sells (i think about you)
I think about you...
White Rose Movement - Alasation
I'm infidel
A simple sound
A scream to the sky
Slam, sacharine Sam
Pushing my pram
With your harlequin words
You turned and said
"Sicko psycophants"
With a poisonous rant
And a requiem of fear
The guns and teeth
Of London streets
Come on!
C-c-come on!
(Ohh) Kill, comfort kill
I'm infidel
All the fireworks
Explode in the sky
Slam, fashion-cazam
Pushing my pram
With your harlequin words
You run in the dark
Cos it makes you feel free
And the wind cuts your face
Cos you wanna believe
Cos you wanna believe
Cos you wanna believe
Cos you wanna believe
That out there something is real
The elixir of life
He licks down a knife
To her wet apperture
To her wet apperture
(Yaw!)
Kill, comfort kill
I'm infidel
Give me fireworks
Explode in the sky
Slam, Fashion-Cazam
Pushing my pram
Turning the wheel too fast
They're all Sicko psycophants
With elastic banks
Kiss me with the kiss of death
Tell me I'm an individual boy
Come on! (Come on!)
You run in the dark
Cos it makes you feel free
And the wind cuts your face
Cos you wanna believe
Cos you wanna believe
Cos you wanna believe
Cos you wanna believe
Out there something is real
Put your dog on a leash
Put your dog on a leash
Put your dog on a leash
Put your dog on a leash
(This is pure)
Just keep that man
Away from me
And keep that sound
Away from me
With your surgical tears
That callous me in
And when the people say
"Your better out than in"
Coz your mouth is undone
Coz your mouth is undone
Coz your mouth is undone
Coz your mouth is undone
Coz your mouth is undone
Coz your mouth is undone
Coz your mouth is undone
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
But your blood is alive
White Rose Movement... mais uma sugestão da Su...
White Rose Movement - Girls In The Back
Ok, ok
One two
Whipcrack
Whipcrack
Baiting,
Feeling like I'm waiting,
Modern times,
Valentines,
Hating,
Hating to distraction.
Just leave them alone,
Whipcrack,
Girls in the back,
Girls in the back.
I want to get straight.
I want to put you through -
Cos in a caravan
You orchestrate your moves
Stealing a youth.
I wanna get straight,
I wanna put you through -
Cos in a darkened room
You orchestrate your moves.
Whipcrack.
Girls in the back,
Girls in the back.
Girls in the back get higher higher,
Boys in the back go toot toot toot.
Girls in the back,
A sick desire,
Pantomime of night.
Crack.
Whipcrack.
Girls in the back
Girls in the back, ay yi ay yi ya,
Boys in the back go toot toot toot.
Fucking man's a liar liar,
Pantomime of night.
Crack.
Whipcrack.
Girls in the back
Falling away
Girls in the back
I wanna get straight,
Oh Roly break his bones,
Cos in a darkened room,
You should've left them alone -
Cos this is a home.
They wanna get straight,
They wanna get free.
You made a porno of the nativity.
Whipcrack.
Girls in the back.
Girls in the back get higher higher,
Boys in the back go toot toot toot.
Girls in the back,
A sick desire,
Pantomime of night.
Girls in the back, ay yi ay yi ya,
Boys in the back go toot toot toot.
Fucking man's a liar liar,
Pantomime of night.
Falling away
It's getting late
Falling away
Falling away
It's getting late
Falling away
But feeling this time
But feeling this time
Girls in the back.
sexta-feira, 11 de Julho de 2008
My Choise - Lucidogen




Opá, são mesmo "franciús", eheheh!! Só o sotaquezinho por baixo do "anglais"!! Enfim, The Young Gods são daqueles marcos, daqueles degraus que por vezes têm de se subir no decurso da evolução das coisas. Foram pioneiros; mas, ao contrário do que tantas vezes sucede com os pioneiros, em que não só não são os melhores do seu estilo, como muitas vezes nem sequer são grande coisa, The Young Gods têm, para mim, uma sonoridade muito original... não conheço nenhum grupo que se lhes assemelhe ou com quem eu os confunda facilmente... coisa que, para mim, é absolutamente essencial... detesto sentir que ouço algo igual a tudo o resto. É uma pena ser tão difícil encontrar informação acerca deles na internet; mesmo no youtube é uma complicação encontrar vídeos, complicação essa que piora se falarmos acerca de encontrarmos letras. Conhecia apenas superficialmente esta banda e ao procurar conhecer melhor, não consegui muito... no entanto, não será necessário muito para ficar em sintonia com este pessoal... além do timbre interessantissimo do vocalista e do seu sotaque, que eu teria tudo para não gostar mas, neste contexto, até gosto bastante, eles têm ainda uma sonoridade única, que provém de uma mistura quanto a mim muito bem conseguida de diversos estilos musicais e instrumentos. Além disso, eles têm aquela "qualquer coisa" espiral que por vezes se encontra na música de algumas bandas (Muse são um exemplo), numa onda muito espacial, pelo menos nos trabalhos mais recentes deles.
Todos os vídeos que coloquei abaixo, correspondem a músicas deles de que gosto bastante. No entanto, tenho de fazer uma úlima referência pelo menos a mais uma música, das poucas que consegui encontrar, de que também gostei muito - Lucidogen.
Tenho pena que e facto seja tão difícil explorar os trabalhos deles. Espero nos próximos tempos conseguir encontrar CDs deles a preços verdes na Fnac, porque, como eu costumo dizer, não dou mais de 12 euros por um CD, uma vez que mais do que isso acho uma exploração e uma pouca vergonha :-ZZ. Sobretudo se considerarmos que são as editoras quem leva a maior parte do lucro...
Mais informação sobre The Young Gods em http://www.younggods.com/cms/front_content.php
Acerca de mim
- Porcelain Doll
- Subtilmente rebelde, mas profundamente rebelde; sinto muitas vezes necessidade de ser do contra, mas não apenas por ser... mais para manifestar a minha opinião, mesmo quando, e sobretudo quando, sei que ela não vai agradar... é uma forma como outra qualquer de conquistar espaço... preciso dele. Muito.Endiabrada, individualista e egocêntrica, mas não egoísta: profundamente generosa para com quem eu acho que merece. Extremamente espaçosa (psicologicamente obesa)... não me entalem que eu arranho!! Sou feliz, felicidade que só faz sentido porque acompanhada por um profundo sentimento de revolta pelo pouco que o ser humano faz para combater o seu triste e natural estado de ignorância... pouco e mal. Sorrio pouco, mas rio-me muito. Consigo até ser uma pessoa bastante paciente e tolerante também (se me apetecer...). Faço da minha vida uma eterna busca de me procurar, de me encontrar e de me transcender. Procuro ser, acima de tudo, fiel a mim mesma - não me venham com preconceitos ou estereótipos. Temo apenas uma coisa nesta vida: os dias todos iguais. Strong porcelain made.



